terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Monumento Natural da Pedra do Baú



A Pedra do Baú, que fica em São Bento do Sapucaí, a 164 km de São Paulo, é o mais novo monumento natural do interior do estado. Depois de três anos de processo, o decreto foi assinado nesta segunda-feira (27). Ela é o segundo monumento natural de São Paulo – o primeiro é a reserva da Pedra Grande, em Atibaia.

A pedra pode ser vista de todos os cantos da cidade. Ela era considerada unidade de conservação de uso sustentável – com ocupação e exploração da área permitidas, mas com controle. Agora, como monumento natural, as restrições serão maiores.

Para continuar com o crescimento do turismo, será criado um plano de manejo. “Isso envolve estudos técnicos, e depois reuniões para discussão do zoneamento do monumento, dos programas de uso, do que vai ser mais restritivo, especialmente na visitação pública da pedra”, explicou José Amaral Wagner Neto, diretor da Fundação Florestal.

Atualmente, segundo a prefeitura, cerca de 1,5 mil pessoas visitam a pedra nos fins de semana. A área tem 3.154 hectares. ”Não vai ter ocupação desordenada, não vai se destruir a natureza no entorno,. E não vai destruir esse cenário que é uma das belezas cênicas mais bonitas do estado e do Brasil”, disse o prefeito da cidade, Ildefonso Mendes Neto.

Além de ter um monumento natural, a viagem a São Bento do Sapucaí pode ficar mais fácil – a SP-042, que dá acesso à cidade e ao sul de Minas Gerais, deve ser reconstruída nos próximos meses.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FAPESP Financia Pesquisas em Patrimônio Natural

A FAPESP e o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo (SEC), assinaram na terça-feira (21/12) um convênio para a promoção da pesquisa científica e tecnológica com a finalidade de gerar conhecimento metodológico e subsidiar ações de preservação do patrimônio cultural do Estado.

O acordo foi assinado na sede da SEC, em São Paulo, pelo secretário da Cultura, Andrea Matarazzo, e pelo presidente da FAPESP, Celso Lafer. O convênio prevê o aporte de R$ 3 milhões, compartilhados igualmente entre a FAPESP e o Condephaat. Os valores serão desembolsados em três parcelas anuais de R$ 1 milhão. Cada projeto selecionado em chamadas poderá receber até R$ 300 mil.

A FAPESP ficará encarregada de elaborar as chamadas de propostas de pesquisa que convocarão pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa no Estado de São Paulo para a apresentação de projetos nas linhas de pesquisa de interesse da Fundação e do Condephaat.

De acordo com Lafer, o convênio estimulará a realização de estudos que contribuirão para o estabelecimento de políticas públicas de conservação do patrimônio cultural paulista.

“O convênio trará insumos adicionais para o estabelecimento de políticas públicas. Ampliar o conhecimento sobre diversas áreas e fundamentar políticas públicas com esse conhecimento tem sido uma linha de ação prioritária para a FAPESP. A Fundação contribuirá com a aplicação de seus critérios rigorosos na seleção dos projetos de pesquisa, que fornecerão um adicional de legitimidade às decisões do Condephaat”, disse.

Para Matarazzo, o avanço do conhecimento em diversas áreas ligadas à preservação do patrimônio cultural proporcionará ao Condephaat a adoção de critérios e metodologias mais eficazes, agilizando as decisões do órgão.

“Trazer conhecimento para o estabelecimento dos critérios utilizados para identificar o patrimônio a ser preservado é uma maneira de tornar a ação do Condephaat mais profissional. Hoje, por falta desses critérios objetivos, as decisões ainda ficam paradas por longos anos, criando dificuldades para o setor da construção. Incentivar estudos nessa área é uma iniciativa que tornará o Condephaat mais ágil”, afirmou.

A presidente do Condephaat, Rovena Negreiros, explicou que não é possível estabelecer uma verdadeira política pública de preservação do patrimônio cultural sem conhecimento científico e metodológico sistematizado do universo patrimonial.

“Sem critérios e metodologias adequados, não se consegue fazer políticas públicas satisfatórias. As políticas públicas elaboradas sem essa fundamentação se tornam muito frágeis e vulneráveis a todo tipo de interesse. Queremos deixar para trás o viés de casuísmo presente nos processos de tombamento. Por isso, é importante definir critérios objetivos e metodologias científicas para orientar políticas públicas de inventário e preservação do patrimônio”, disse Rovena à Agência FAPESP.

Segundo ela, o convênio responde à necessidades do Condephaat de aprimorar seus critérios de atuação. O órgão procura, desde sua fundação em 1968, estabelecer metodologias para seleção de patrimônios representativos do estado.

“No entanto, essas iniciativas foram atropeladas por uma demanda cada vez maior de atendimento público, com solicitações de todo tipo”, disse Rovena. Essa demanda, apontou, foi atendida com muita qualidade, mas absorveu as ações do Condephaat, impedindo que o órgão atualizasse seus procedimentos.

No decorrer dos anos, segundo ela, o Condephaat produziu muito conhecimento com base em sua experiência, mas pautado pelo imediatismo de estudos pontuais e critérios fluidos e conduzidos por opções técnicas pontuais.

“Essa lacuna foi se ampliando e hoje vemos a necessidade de definir procedimentos científicos e sistematizados para atuação no setor. A importância desse convênio está na perspectiva de termos insumos científicos e tecnológicos que permitam estabelecer uma política de preservação e de inventário do patrimônio histórico e cultural do estado de São Paulo. Trata-se de algo inédito, sem paralelo no Brasil”, destacou.

O convênio estabelece, a princípio, que serão apoiados projetos de pesquisa que envolvam temas como “Patrimônio Rural”, “Patrimônio Industrial”, “Patrimônio de Entretenimento”, “Patrimônio Ferroviário”, “Patrimônio Institucional”, “Patrimônio Educacional”, “Patrimônio de Assistência e Saúde”, “Patrimônio Residencial”, “Patrimônio Natural” e “Patrimônio Imaterial”, entre outros.

Mais informações sobre o convênio: www.fapesp.br/acordos/condephaat

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Boas Festas!!!!

Imagem postada por Paulo Pereira no grupo Geoturismo_brasil

Está chegando ao fim mais este ano de trabalho e de muito avanço para o Trinômio.

Ao longo deste ano recebi e-mails de pessoas interessadas na temática, pedindo informações; encontrei o link do Patrimônio Geológico e Geoconservação em vários blogs e sites de todas as partes do Brasil e até do exterior; passamos de pouco mais de 1.000 acessos para mais de 10.000 acessos; temos leitores em Portugal, Estados Unidos, Austrália, Polônia, Romênia, Itália, Espanha, Canadá, Africa do Sul e em vários outros locais; recebi também ajuda de nossos colegas do grupo Geoturismo_brasil ao longo de todo o ano e eu só tenho que agradecer a todos pelas contribuições!

Fechamos o ano com o seguinte ranking de visualizações de postagens:

1. Potencial Brasileiro para Criação de Geoparques (247 visualizações)
2. Você Conhece o Geoparque Araripe? (186 visualizações)
3. Ciclo de Palestras Destaca Patrimônio Natural de Tibagi (139 visualizações)
4.Museu de Paleontologia do Cariri Será Reaberto (107 visualizações)
5. Mapa de Localização dos Geoparques Europeus (100 visualizações)
6. .Aplicação do Conceito de Geoparques no Brasil e sua Relação com o SNUC (86 visualizações)
7. Proposta de Criação do Geoparque no Seridó - RN (67 visualizações)
8. Geoconservação e Desenvolvimento Sustentável na Chapada Diamantina (55 visualizações)
9. Download: The History of Geoconservation e Geodiversity (49 visualizações)
10. 1° Workshop Latino Americano e Caribenho de Geoparques (47 visualizações)

...e que 2011 tenhamos mais trabalho!

Obrigada a todos pelas contribuições e por acompanharem o blog.

E vamos começar o ano de layout novo! Aprovado?

Feliz Natal e um Excelente Ano à todos! =D

VIVA! rs

I Simpósio de Geoparques e Geoturismo do Chile

O Serviço Nacional de Geologia e Mineração juntamente com a Sociedade Geológica do Chile promoverão entra os dia 13 a 16 de abril de 2011, em Melipeuco, região da Araucanía, o I Smpósio de Geoparques e Geoturismo do Chile.

Haverá exposições orais e em postêrs de trabalhos com as seguintes temáticas:
  • Geoparques e Geoturismo: experiências nacionais e internacionais;
  • Ciência, educação e divulgação do patrimônio geológico e cultural.
Os resumos devem ter no máximo 350 palavras e o resumo expandido no máximo 4 páginas. O prazo para envio dos resumos é até o dia 30 de janeiro de 2011 para o e-mail: geoparque@sernageomin.cl.

o idioma oficial do evento é o espanhol, sendo permitido a apresentação de trabalhos em inglês e português.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Grupos de Pesquisa GGG

Olá meus caros,

estive conversando estes últimos dias com um amigo sobre os Grupos de Pesquisas cadastrados junto ao CNPq e tive uma idéia, nem tanto original, mas bem legal de sugerir aos meus amigos doutores, a criação de um grupo sobre o trinômio e encontrei na internet uma surpresa muito boa.

Eu ainda não tinha conhecimento, mas já temos alguns grupos de pesquisa nas mais diversas instituições brasileiras. Abaixo segue uma pequena lista com o nome do grupo, da instituição, do líder e a área de atuação:

* Geoturismo e Geoparques - UEPG
Jasmine Cardozo Moreira
Turismo

* Rotageo - UEPG
Leonel Brizolla Monastirsky
Geografia

*Estudos Integrados Geoambiental - IFPE (linha: Geoturismo e Planejamento Ambiental Inclusivo)
José Rogério Arruda da Silva
Geociências

*Grupo de Estudos em Geologia Sedimentar - UFRJ (Linha: Geoparques e Geossítios Sedimentares)
Leonardo Fonseca Borghi de Almeida
Geociências

*História Ambiental e Tecnogênese - UEFS (linha: Geoturismo e Geoconservação)
Marjorie Cseko Nolasco
História

*Laboratório de Petrologia Aplicada à Pesquisa Mineral - UFBA (linha: Geoturismo, Patrimônio Geológico e Educação em Geociências)
Débora Correia Rios
Geociências

* Novas Tecnologias de Comunicação e Informação no Mundo Contemporâneo - UNIVERSO (linha: Geoconservação, Geoturismo, Geologia, Educação e Geologia Ambiental)
Michéle Tancman Candido da Silva
Geografia

* Tectônica e Magmatismo na Província Borborema, Nordeste- Brasil - UFPE (linha: Geodiversidade e Geoturismo)
Sérgio Pacheco Neves
Geociências

* Geodiversidade e Dinâmicas Ambientais na Bacia Sedimentar do Araripe - URCA
Alexsandra de Oliveira Magalhães
Geociências

* Geodiversidade e Patrimônio Geológico - USP
Victor Velázquez Fernandez
Geociências

* Geodiversidade, Patrimônio Geológico e Geoconservação - UFOP
Paulo de Tarso Amorim Castro
Geociências

* Gestão do Patrimônio Natural - UEPG
Mário Sérgio de Melo
Geociências

... de fato já temos bastante profissionais trabalhando na área!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Declaração do Araripe

Entre os dias 17 e 19 de Novembro de 2010, ocorreu no Geopark Araripe (Brasil) a 1ª Conferência Latino-Americana e Caribenha de Geoparques (LAC), com o apoio da UNESCO, tendo estado presentes 250 delegados representantes de países de diversos continentes.

Em resultado dos encontros e discussões efetuadas no decurso deste evento, foi adotada pelos participantes a Declaração do Araripe, com o seguinte teor:

1. Os Geoparques desenvolvidos sob os auspícios da UNESCO constituem os novos territórios do século XXI. A filosofia e a visão desses territórios, onde a conservação, valorização e educação tanto sobre o patrimônio Geológico – a memória da Terra –, como sobre o patrimônio natural e o patrimônio cultural tangível e intangível, encontram-se ao serviço de um desenvolvimento sustentável e correspondem a uma necessidade e a uma preocupação dos povos da região continental da América Latina e do Caribe.

2. Estes países devem esforçar-se em prol da criação e do desenvolvimento de Geoparques valorizando a sua realidade, baseada sobre uma das maiores biodiversidades do mundo e uma ampla e diversificada história geológica, que podem ser descobertas através de sítios excepcionais, de uma longa história e da memória humana, conservadas, entre ouros, graças à presença da população indígena, transmitindo desta forma uma visão holística de relação entre a Terra e os seus habitantes, através do resgate da sua identidade.

3. Os projetos de criação de Geoparques apenas poderão ter sentido e êxito com a participação efetiva de todos sem exceção. A definição dos diferentes elementos patrimoniais de um território, dos seus interesses, e das suas necessidades de uso, conservação e valorização, deve resultar do trabalho de equipes científicas multidisciplinares (geólogos, paleontólogos, biólogos, educadores, etnólogos, historiadores, economistas, gestores, etc.). As políticas de desenvolvimento sustentável devem também resultar do trabalho de reflexão de equipes pluridisciplinares nas quais se incluam autoridades a todos os níveis, representantes da população local e representantes da sociedade.

4. Uma das especificidades e riqueza humana da nossa região continental é a presença de populações indígenas. Estas têm consagrado o seu direito à livre determinação. Assumem-se como o espelho do mundo natural em que vivem e possuem conhecimentos tradicionais e direitos de proteção do conhecimento sobre plantas, com destaque para as ervas medicinais, animais, paisagens, rochas e minerais. Esta relação ética, espiritual e sagrada com a natureza deve ser entendida como um valor adicional inestimável para todos os projetos de Geoparques na América Latina e no Caribe.

5. O desenvolvimento sustentável em um Geoparque não significa necessariamente uma aposta turística nem a abertura de territórios naturais sensíveis a um turismo de massas. Representa sim um turismo consciente, responsável e independente. Um Geoparque deve ser um verdadeiro território de idéias e de projetos e a sua estratégia de desenvolvimento sustentável deve ser inovadora, ponderada, integrada, respeitadora das tradições e vontades locais, além de proporcionar igualdade entre a sua população. Além disso, a criação de uma marca para os produtos do território do Geoparque, baseada num conjunto de especificações de qualidade, deverá constituir um elemento importante do seu desenvolvimento econômico.

6. Os Geoparques representam um estandarte de um território de alta qualidade que apenas pode ser obtido com um trabalho em rede no nível local, nacional, regional e mundial. Este permitirá o desenvolvimento de instrumentos de cooperação regional e global, através da partilha de experiências e práticas de gestão entre Geoparques, e a proposta de múltiplas ações de formação tanto dos atores sócio-econômicos do território como dos futuros gestores de novos projetos de Geoparques.

7. O Governo do Estado do Ceará, criador, com a Universidade Regional do Cariri, do primeiro Geoparque da América Latina e Caribe, com o apoio do Governo Federal do Brasil, se compromete nesta declaração a mobilizar os meios humanos, tecnológicos e econômicos para apoiar e facilitar o desenvolvimento de projetos de Geoparques nesta região, antevendo assim a criação de uma futura Rede Latino-Americana e Caribenha de Geoparques.

Lavrada no Geoparque do Araripe (Ceará, Brasil) no dia 19 de Novembro de 2010.

Geopark Araripe Apoia Eventos Desportivos

Foi realizado no sábado, 04/11, na sede do IBAMA Crato, a última etapa do campeonato cearense de maratona-mtb 6 horas. A prova reuniu 120 atletas de mountain bike dos estados de São Paulo, Pernambuco, Paraíba e Ceará que disputaram pontos no ranking do Ceará e o prêmio de R$500,00.

A competição, que está em sua 11ª edição, consiste num percurso de 9km em que os atletas têm que percorrer durante seis horas. O primeiro candidato a realizar o maior número de voltas, é o vencedor.

Para o diretor geral da Ecobikers, associação organizadora do mtb 6 horas, Ernesto Rocha, a importância do apoio do Geopark Araripe se deu no tocante às atividades do grupo, já que a organização trabalha com a conscientização dos atletas para a preservação da natureza. “O nosso objetivo é formar atletas ecologistas”, pontuou.

No blog http://caririmtb.blogspot.com/2010/11/mtb-6-horas-ceara-regulamento.htmlvocê pode acompanhar o resultado da competição.


Aproveito o espaço de divulgação do evento para expor algumas considerações pertinentes de nosso colega de grupo, Múcio Figueiredo, sobre a prática de trilhas em áreas protegidas:


"Pelo que tenho lido sobre impactos ambientais da prática de mountain bike em trilhas, a coisa é séria. Há diversos trabalhos demonstrando os mais diversos impactos. A IMBA (International Mountain Bike Association) tem se esforçado pelo lado da conservação e planejamento de trilhas, mas as pesquisas têm demonstrado que o melhor mesmo seria a prática deste esporte ser realizada em pistas especialmente construídas para esse fim.

Há muitas publicações de pesquisadores australianos e norte-americanos a respeito.

Mountain bike em trilhas comuns gera compactação do solo, com alterações nos índices de umidade, densidade de partículas, perda de matéria orgânica, etc. O conjunto de fatores torna o solo mais propenso à ação da erosão, resultando em rápido aprofundamento do leito da trilha. Isso leva os mountain-bikers a abandonar o leito antigo, criando trilhas paralelas que levarão ao mesmo problema.

Portanto, há de se realizar um minucioso planejamento do traçado ideal de trilhas para a prática de mountain-bike, levando em consideração aspectos como declividade, posição da trilha em relação ao sentido da encosta (ou vertente), classe de solo, características pedológicas físicas e químicas, entre outros aspectos não menos importantes e presentes nos diversos métodos de diagnóstico ambiental de trilhas de ambientes silvestres presentes na literatura técnica internacional."


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Projeto Georoteiros - RS

A proposta do Projeto Georoteiros nasceu de um grupo de alunos do curso de Geologia da UNISINOS (Universidade do Vale do Rio dos Sinos).

O grupo deparou-se com o desafio de criar um website que consiga dialogar com as pessoas, informando e explicando, sem muitos termos técnicos, a evolução geológica do planeta Terra e, por conseguinte, do Estado do RS.


"Pensamos que, quanto mais divulgada for a Geologia, estimulando seu estudo e compreensão, maior serão as chances da população compreender os fenômenos que modificaram o planeta Terra - possibilitando desta forma - intervir positivamente em seu destino, preservando-o." (Felipe Galant)


Conheça o projeto através do site www.georoteiros.com.br

II Congresso Nacional de Educação Ambiental e IV Encontro Nordestino de Biogeografia



Caros amigos,

Os Eventos, conjugados, II Congresso Nacional de Educação Ambiental e IV Encontro Nordestino de Biogeografia que ocorrerá em João Pessoa, no período de 12 a 15 de outubro de 2011, tem como objetivo maior de apontar os Caminhos para a Conservação da Sociobiodiversidade.

Trata-se de um evento de grande porte e que permite uma excelente discussão sobre o Meio Ambiente e sua relação com o Homem.

Este ano o evento traz um ótima novidade - e desde já agradecemos ao Prof. Giovanni Seabra por inserir a temática Geodiversidade e Geoconservação.
Isso mesmo amigos. Temos dentre os vários eixos temáticos (todos de grande importância para a discussão ampla sobre meio ambiente) um intitulado GEODIVERSIDADE E GEOCONSERVAÇÃO. Onde teremos mais um espaço para apresentar e discutir uma temática que cresce muito no Brasil e não mais só com os geólogos, mas também na geografia, biologia, turismo, ecologia, entre outras áreas.

Interessante que teremos a oportunidade de falarmos sobre patrimônio geológico e associá-lo a outros temas do meio ambiente. A presença de inúmeros profissionais de diferentes áreas nestes eventos também possibilitará uma discussão mais ampla permitindo ampliar os conhecimentos e melhor ainda somar o patrimônio geológico ao biológico e efetivamente discutirmos o Patrimônio Natural como um todo.

Vejam que teremos ainda uma Oficina de Ensino onde através de um mini-curso de 8h trataremos do assunto.

Portanto, não percam esta oportunidade e venham juntar-se a todos nós e promover uma ampla discussão a cerca do Patrimônio Natural. Além disso conhecer a belíssima João Pessoa - cidade belíssima com natureza e história, considerada a porta do sol devido estar situada próxima o extremo leste do Brasil e lembrando que durante a ECO-92, na conferência da ONU sobre o meio ambiente, João Pessoa recebeu o título de segunda cidade mais verde do mundo.


Confiram outras novidades do evento em http://www.cnea.com.br/

Aguardamos vários trabalhos e sua prese
nça.

Valeu Marcos!!! =D
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