segunda-feira, 25 de julho de 2011

Projeto Geoparque Costões e Lagunas - RJ

Cabo Frio - RJ
Fonte: google imagens


A geologia do Rio de Janeiro, vai conceber mais um benefício ambiental para o Estado. Em setembro, o Departamento de Recursos Minerais (DRM), apresentará à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), o Projeto Geoparques Costões e Lagunas, que visa a criação do segundo Geoparque das Américas, com abrangência de 15 municípios do litoral fluminense, de Maricá a São João da Barra.

Para dar chancela a UNESCO leva em consideração quesitos com biodiversidade, importância científica, geológica, histórica, cultural e turística da região. Atualmente existem 77 geoparques no mundo e o único latino-americano é o Geopark Araripe, criado em 2006, no Ceará. Os estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul já apresentaram propostas e pleiteiam o selo, que garante o reconhecimento mundial, através da Rede Global de Geoparks, estimulando o turismo científico e cultural.

"A nossa intenção é levar à população o conceito de que Geologia, arqueologia e a ação do homem tem papel relevante para a humanidade. É preciso preservar essa cultura e melhorá-la, transformando estes locais em pontos turísticos. O conceito de geoparque vem ao encontro da ideia de trazer desenvolvimento voltado para a vocação da região, explorando não só o turismo, mas outras atividades que gerem renda à população e incentive a criação de empregos, sem perder o enfoque da conservação" - afirma Débora Toci, diretora do departamento de Mineração e Meio Ambiente do DRM.

A sede ficará na Fazenda Campos Novos, em Cabo Frio e prevê a construção de um museu para reunir objetos e documentos que contem a história e relevância científica dos 104 geossítios já mapeados , unidades de conservação e outros recursos naturais envolvidos. Estão previstas atividades de educação ambiental, criação de novas trilhas ecológicas e atrações turísticas. Os representantes das cidades envolvidas tem participação ativas nas audiências públicas e palestras promovidas pelo DRM.

O projeto que já envolve 40 instituições públicas e privadas como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e de Zurique, da Alemanha, teve início a partir do Projeto Caminhos Geológicos, que inclui o trajeto percorrido pelo naturalista Charles Darwin, em 1832. O objetivo é divulgar a origem dos monumentos geológicos do Estado e garantir sua preservação através da identificação por placas e a realização de atividades educativas.

Fonte: geodireito.com
Meus agradecimentos à Maria Aparecida pela informação. =D

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