sábado, 30 de maio de 2015

30 de Maio - Dia do Geólogo


A Geologia, ainda não tão conhecida de todos como merece, é a ciência que estuda o Planeta Terra em toda a sua essência e nas suas várias dimensões. Indo desde o conhecimento dos minerais que formam uma rocha (ou mais comumente conhecida por pedra) até as paisagens que essas rochas formam.

A Geologia estuda a origem, composição, estrutura interna, relações com camadas superficiais (biosfera, hidrosfera, atmosfera), e história evolutiva, inclusive o desenvolvimento da vida na Terra.

A Terra é um planeta em constante movimento (dinâmico) onde as rochas e a paisagem (observada no relevo) estão sendo continuamente criados, seja porque os continentes estão se unindo ou se separando. E isso ocorrendo em uma dimensão de tempo que muitas vezes não é compreendido pelas pessoas (o Tempo Geológico). Não esqueçam que a Terra se formou a 4,5 bilhões de anos e de lá para cá muitas coisas aconteceram, geologicamente falando. E ainda hoje acontecem (no nosso tempo, o Tempo das Pessoas).

Vulcões, tsunamis, glaciações, terremotos, inundações, formação e fechamento de oceanos entre outros são temas diariamente mencionados, seja na televisão, jornal e/ou rádio. E quem estuda tudo isso? E pode responder ainda perguntas como: de onde vêm as lavas dos vulcões? Como se formaram as cadeias de montanhas? O que causa os terremotos? Por que o continente sul-americano afasta-se do africano? Por que ocorrem jazidas de petróleo em alguns lugares, enquanto em outros temos minério de ferro? Qual a melhor interação entre o Ser Humano e o meio físico? – São os(as) Geólogos(as)!

Profissionais que possuem um contato íntimo com a história da natureza desde os primórdios até hoje em dia. Deste modo, cabe ao geólogo conscientizar a sociedade em geral sobre a necessidade do uso racional dos recursos naturais protegendo, ao mesmo tempo, o ambiente natural. O conhecimento geológico básico é fundamental para o desenvolvimento social e econômico de qualquer País e, por isto, deve ser considerado de suma importância. Produzir informações geológicas tem a mesma importância que construir grandes obras de infraestrutura.

O conhecimento adequado do meio físico (que nos últimos anos passamos a chamar de Geodiversidade), os levantamentos geológicos e de recursos minerais, os trabalhos de hidrogeologia, geoquímica e geofísica, os estudos de proteção ambiental, entre outros têm proporcionados relevantes contribuições sociais e econômicas para o desenvolvimento do Brasil.

(Texto de Marcos Nascimento) 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Livro: Landscapes and Landforms of Brazil - Download

Um presentaço neste Dia do Geógrafo, encontrado por nosso amigo Prof. Dr. Múcio Figueredo.
Lançado neste ano pela editora Springer, este livro custa nada menos que R$521,20 nas livrarias. 

Clique na imagem para baixar o arquivo.



29 de Maio - Dia do Geógrafo


Entender a sociedade é difícil. Entender o funcionamento do planeta também é difícil. 
Imagine agora o tamanho da capacidade de um profissional que, além de entende-los, compreende, como ninguém, a relação entre eles. 

Deixo também uma mensagem muito linda que li esta manhã, de Cláudio Pereira: 

Os Geógrafos são como os pássaros. Eles conhecem a região e o espaço em que vivem, as mais belas paisagens, os lugares onde podem fazer seus ninhos, longe de territórios perigosos. A maioria dos seres humanos precisa de asas. Digo a maioria, pois os Geógrafos já as tem. Pois com a Geografia conhecemos, como os pássaros, as relações e o espaço onde se encerra a história da humanidade. Não sinto mais inveja dos pássaros, pois voo nas asas da Geografia. 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Bolsa Pós-Doutorado - UFU

O professor Sílvio Rodrigues da Universidade Federal de Uberlândia avisa que está com uma vaga para bolsa de pós-doutorado júnior do CNPq na área de Geodiversidade/Patrimônio Geomorfológico aberta.
O tempo da bolsa é de 1 ano. A mesma já está aprovada aguardando apenas o candidato.
O candidato terá que ir pra Uberlândia/MG, pois o projeto trata de uma unidade de conservação e a questão da divulgação do patrimônio.
Interessados, entrar em contato com o Prof. Dr. Marcos Nascimento. 

Palestra: Pesquisas Acadêmicas no Contexto do Trinômio Geoturismo, Geodiversidade e Patrimônio Geológico: alguns exemplos.


Atenção geocientistas do Rio Grande do Norte!




sexta-feira, 22 de maio de 2015

Anais 46° Congresso Brasileiro de Geologia

Amigos,

os Anais do 46° Congresso Brasileiro de Geologia é record de pedidos via e-mail. 

Alguém, nesta última semana, pediu os Anais e sem querer apaguei o e-mail, então, segue o link. 

Lembrando que são os trabalhos dos Simpósios 30: Geodiversidade e Geoconservação e 31: Geoparque e Geoturismo. 


Clique aqui para baixar o arquivo



Quem estiver com problemas para baixar os arquivos pela minha conta do 4 shared, por favor, comunica via e-mail tbm ok? 

Dia Internacional da Biodiversidade



22 de Maio é Dia Internacional da Biodiversidade mas também podemos falar em Geodiversidade, porquê não? 

O termo biodiversidade foi formalmente definido durante a Segunda Convenção sobre Diversidade Biológica, realizada no âmbito da Conferência do Rio de Janeiro em 1992, sendo entendido como a variabilidade entre todos os organismos vivos e suas relações dentro dos ecossistemas terrestres, marinhos e aquáticos, considerando a diversidade dentro das espécies, entre as espécies e entre ecossistemas.

Por sua vez, o termo geodiversidade foi apresentado, pela primeira vez, à comunidade científica durante a Conferência de Malvern sobre a Conservação Geológica e Paisagística, em 1993, no entanto, só ganhou maior divulgação a partir da publicação do artigo intitulado Geodiversity, na revista trimestral Ciências da Terra, do Reino Unido, de autoria de Mick Stanley, em 2001.

Para Nieto (2001) a divulgação do termo biodiversidade teve uma grande repercussão a nível mundial, o que não ocorreu com a geodiversidade, que, para Serrano e Ruiz-Flãno (2007) e Vieira (2014) foi entendido, inicialmente como diversidade geológica, incluindo exclusivamente elementos geológicos e posteriormente integrando os demais elementos abióticos e seus processos. Além disso, o termo geodiversidade raramente é citado nos tratados e convenções, a nível mundial, que tratam de diversidade natural. 

Mais do que um complemento da biodiversidade, a geodiversidade é uma parte fundamental dos recursos naturais. Sem o conhecimento dos componentes abióticos, seria impossível compreender a dimensão espacial e as mudanças geológicas, geomorfológicas, climáticas e de processos humanos no sistema natural. Embora seja um termo científico, o conceito também desempenha um papel prático na conservação da natureza; é um requisito fundamental no ordenamento do território, na gestão de áreas protegidas e para a educação ambiental. 

(Texto de Laryssa Sheydder - trecho da tese de doutoramento)

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Trabalhos do XVI SBGFA

Olá, 

já está disponível o Caderno de Programação do XVI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada com os trabalhos aceitos nas modalidades oral e banner. Os geógrafos estão de parabéns! Temos muitos trabalhos no nosso Eixo Temático. 

Clique na imagem e faça o download




Em breve teremos também os trabalhos do III Simpósio Brasileiro de Patrimônio Geológico e do ENANPEGE. 



sábado, 16 de maio de 2015

Livro: Pedodiversity - Download

Vamos atualizar a biblioteca? 

A diversidade dos solos é parte da geodiversidade. A proteção da pedosfera é essencial para a preservação dos sistemas da Terra. Especialistas de renome mundial discutem neste livro o estado da arte da pedodiversidade, as relações entre a biodiversidade, pedodiversidade, diversidade de paisagens e litodiversidade.

Clique na imagem para fazer o download


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Índice de Geodiversidade

A diversidade natural inclui todos os componentes bióticos e abióticos, no entanto, diante da definição clara e precisa da biodiversidade, que inclui uma concepção em níveis, a geodiversidade ainda apresenta algumas deficiências conceituais e metodológicas. 

Os biólogos, após a difusão do termo biodiversidade na Rio92, desenvolveram diversas metodologias de avaliação dos índices de biodiversidade, que podem definir a riqueza biológica, grau de distribuição, raridade, etc. de seus elementos, a exemplo do Índice de Shannon, muito aceito na comunidade científica.

Serrano e Ruiz-Flãno (2007, apud SILVA 2012) defendem que, assim como nos estudos envolvendo a biodiversidade, a escala é uma questão importante no processo de definição dos critérios para avaliação da geodiversidade. Esta avaliação pode ser vista como uma questão geográfica (análise dos componentes da geodiversidade) e do planejamento regional (inserção do conceito de geodiversidade nas estratégias de ordenamento do território).

Mesmo com metodologias de avaliação do índice de geodiversidade ainda não muito satisfatoriamente estabelecidas, existem algumas propostas a exemplo de Kozlowski (2004); Benito-Calvo et al (2009); Hjort e Luoto (2010); Zwoliñski (2010) e Ruban (2010). 

Serrano e Ruiz- Flãno (2009) propuseram alternativas  de avaliação da geodiversidade com base na utilização de modelos de riqueza e densidade, índices de diversidade e modelos de distribuição. O procedimento tem basicamente as seguintes etapas: i) análise de elementos abióticos da área (elementos geológicos, geomorfológicos, hidrogeológicos, edáficos, etc) e; ii) delimitação de unidades geomorfológicas.

Desta forma foi proposta a seguinte equação:


Gd = Eg * R / ln * S

onde: 
Gd = índice de geodiversidade
Eg = número de elementos abióticos
R = coeficiente de rugosidade do terreno 
ln = logarítimo natural
S = área da unidade em km2.


Para se obter o Eg são considerados os já citados elementos abióticos da área e a topografia e variações microclimaticas e topoclimáticas são representadas pelo coeficiente de rugosidade. Sua utilização se justifica pelo papel na organização dos fluxos de energia (insolação e umidade) e matérias (água e sedimentos) nas encostas e consequentemente na diversidade e distribuição de formas e processos. Para o coeficiente de rugosidade são consideradas as seguintes escalas de declividade: 


< 5°      6° a 15°      15° a 25°       26° a 50°       > 50°

  1             2                   3                    4               5 

Feito o cálculo, o índice de geodiversidade é classificado de muito baixo à muito alto de acordo com a escala abaixo: 


< 15               15-25          25-35             35-45          > 45 

muito baixo             baixo          médio             alto             muito alto 


Em se tratando de coeficiente de rugosidade, em que Serrano e Ruiz-Flãno consideram apenas a declividade, encontrei em Christofoletti (1980) outro método de cálculo deste coeficiente. Segundo este autor, a rugosidade combina as qualidades de declividade e o comprimento das vertentes com a densidade de drenagem. Desta forma, 

Ir = H * Dd

onde: 
Ir = índice de rugosidade
H = amplitude altimétrica 
Dd = densidade da drenagem, onde Dd = Lt / A ( Lt, comprimento dos cursos d'água e A, é a área).

Como se vê, há muito o que ser debatido envolvendo este conteúdo. Fica a dica de mais uma vertente de trabalho que tem tudo para ser produtiva. 

Após a mensuração da geodiversidade de uma área, são encontrados os hot spots dessa geodiversidade. A partir desta avaliação pode ser aplicada uma metodologia de catalogação de locais de relevante interesse que serão, de acordo com o valor, considerados um geopatrimônio.

domingo, 10 de maio de 2015

Entrevista - Doutorado Sanduíche no Exterior

Bom dia!

Entrevistamos duas doutorandas que estão realizando o que é a meta de muitos pós-graduandos no Brasil, um Doutorado Sanduíche no Exterior, isto é, um programa de bolsa de estudos, no qual o estudante tem a chance de fazer parte (durante alguns meses) de seu curso de doutorado em outra instituição. O objetivo é que o estudante possa aprofundar seus conhecimentos, em relação à sua área de pesquisa, conseguir novos recursos e informações para sua tese. 

Vamos às entrevistadas...

Edjane Santos em Serra da Estrela, Portugal.

Edjane Santos. Doutoranda em Geociências (UFPE). Doutoramento Sanduíche na Universidade do Minho, em Braga, Portugal. Período: 6 meses. Orientador no Brasil: Prof. Dr. Gorki Mariano. Orientador em Portugal: Prof. Dr. José Brilha.


Thaís Guimarães em Geopark Terras de Cavaleiros, Portugal

Thaís Guimarães. Doutoranda em Geociências (UFPE). Doutoramento Sanduíche na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Período: 1 ano. Orientador no Brasil: Prof. Dr. Gorki Mariano. Orientador em Portugal: Prof. Dr. Arthur Sá.  

PGG: Como ocorreu o processo de seleção?

E.S: Vim para Portugal com a bolsa de doutorado sanduíche do CNPq, que agora está associado ao Programa Ciências Sem Fronteiras. Fiz para um período de seis meses (de fev. a jul de 2015). A seleção ocorre por edital regular e a submissão dos documentos é realizada diretamente no Portal do CNPq. Entre submissão, avaliação e a provação da proposta decorreram três meses. 

T.G:  Vim pelo Programa de Doutorado Sanduíche da CAPES. Normalmente há uma cota de bolsas por departamento. Tem início com uma seleção prévia do departamento, onde é montada uma comissão para avaliar seu projeto, se aprovado, faz-se a inscrição online, em seguida é feita a homologação pela pró-reitoria e é enviada a documentação para a CAPES, ai é aguardar a resposta. Se positivo, chega à sua casa a carta de concessão e mais outros documentos. Alguns documentos são reenviados online para a CAPES e fica a esperar a implementação da bolsa. 


PGG: Em que consiste sua pesquisa? 

E.S: Minha pesquisa corresponde ao inventário e desenvolvimento de metodologias específicas para a quantificação do patrimônio geológico do semiárido nordestino, além de sugerir um plano de geoconservação para o Agreste de Pernambuco (Brasil). 

T.G: Minha pesquisa é sobre o patrimônio geológico e estratégias de geoconservação e desenvolvimento territorial para o Litoral Sul de Pernambuco (Brasil).

PGG: Como é a rotina de estudos em Portugal?

E.S: Meu trabalho aqui tem sido aperfeiçoar os métodos sugeridos na qualificação, além de concluir as demais correções propostas pela banca. Meu orientador me passa as atribuições da semana e depois marcamos para discutir os resultados. No final de cada reunião, são definidos os próximos passos a serem seguidos. A Universidade do Minho tem uma estrutura muito boa e também tenho aproveitado este período para cursar disciplinas como ouvinte. 

T.G: A rotina normalmente é acertada com o orientador e varia de pessoa para pessoa. Meu trabalho tem sido pesquisa bibliográfica, escrita, participação em eventos e incursões em campo, principalmente em geoparques portugueses para acompanhar de perto o funcionamento. 

PGG: O que esta experiência contribui na sua pesquisa e na sua formação profissional?

E.S: Tem sido um verdadeiro 'divisor de águas'. O professor José Brilha é um orientador muito acessível e a oportunidade de poder absorver um pouco da sua experiência tem sido realmente muito importante para o aperfeiçoamento da pesquisa. Aqui no Departamento de Ciências da Terra tenho tido também o privilégio  de conhecer pessoalmente muitos autores, cujo trabalhos eu já havia utilizado para construir o referencial teórico da tese.

T.G: Olha, é outro mundo. O ritmo de trabalho, outras visões e formas de abordar as temáticas. Vi uma frase uma vez que diz: É importante às vezes se afastar do papel para poder ver o desenho inteiro. Acho que é por ai. Afastar-se do nosso país, do nosso território. Olhar de fora para dentro para tentar entender o todo. 

PGG: Qual a maior dificuldade e o que há de mais prazeroso nesta experiência?

E.S: Acredito que a maior dificuldade tem sido a saudade da família e, no começo, me acostumar com o frio europeu. O que ajudou muito na adaptação é a presença de muitos brasileiros estudando aqui. No Departamento da UMInho conheço estudantes brasileiros de mestrado, doutorado sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado. A troca de experiências entre brasileiros sobre a vida e trabalho aqui em Portugal é significativa para nos sentirmos mais acolhidos e o espírito de companheirismo tem sido  dos melhores. No mais, tem sido muito gratificante conhecer novas realidades e, especialmente, o novo, como são trabalhados os estudos sobre o patrimônio geológico  e geoconservação em Portugal. 

T.G: Não vejo dificuldade, mas talvez ficar longe da família seja o que pesa. Por outro lado, o tempo passa rápido. Vim para ficar um ano e já passaram 4 meses, parece que cheguei ontem. O maior prazer mesmo é poder sair da sua zona de conforto e buscar o novo. É ter a possibilidade de aprender com a metodologia de trabalho deles, conhecer pessoalmente pesquisadores que você  só conhece através dos trabalhos. Resumindo, aproveitar o máximo as oportunidades. 

É isso!
Meus agradecimentos à Edjane e Thaís que aceitaram prontamente participar desta entrevista. 


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Palestra Geoparque Seridó: realidades e desafios

O Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promoverá, na próxima terça-feira, dia 12 de maio, a palestra "Geoparque Seridó: realidades e desafios", com o Prof. Dr. Marcos Antonio Leite do Nascimento, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.




Na oportunidade o professor comporá bancas de mestrado e doutorado que tem à frente os professores doutores Adriano Figueiró e André Weissheimer de Borba, que são impulsionadores dos estudos em patrimônio geomorfológico na Geografia. 
Os trabalhos são os seguintes: 

"Perspectivas de valorização e conservação do patrimônio geo-mineiro da localidade de Minas do Camaquã (Caçapava do Sul, RS)" , de Silvio Domingues. 

"Interpretando a geomemória dos blocos construtivos das ruínas de São Miguel das Missões (RS)", de Fabiano Ferreira.

"Geoparque Quarta Colônia: estratégias de geoconservação para o desenvolvimento local", de Djulia Ziemann.

"Estradas paisagísticas: estratégias de promoção e conservação do patrimônio paisagístico do Pampa Brasil-Uruguai", de Jaciele Sell.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Livro Protected Area Governance and Management - Download


Mais um livro com dois capítulos em que são discutidas a geodiversidade e geoconservação

Clique na imagem para baixar o livro 


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